quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Coisas que aprendi com o meu filho (até agora).


Inspirada por algumas matérias da revista Crescer e por alguns posts do Blog da Kira. Comecei a refletir sobre as imensas transformações que um bebe promove na vida de uma mulher. Falo por mim, mas percebo que o casal muda completamente. A lista é grande:
1. Já tinha aprendido a pensar no outro antes de pensar em mim quando me casei a primeira vez. Com o bebe todos os seus pensamentos são ocupados por ele, ele vem antes de tudo e quando você vê não existe mais vida colorida sem ele (já me perguntei varias vezes com o que eu me ocupava antes?).
2. Não existe mais casa arrumada, compromisso com hora certa, cabelo arrumado e pele maquiada todos os dias. Já conto mais um ponto positivo para a maquiagem definitiva que fiz há 3 anos atrás.
3. As conversas são obrigatoriamente interrompidas: seja ao vivo, por telefone ou internet. Sobrevivem os amigos que tem mais paciência.
4. Aprendi a comprar menos e quando o faço tenho que fazer sempre as pressas.
5. Não existe resposta para tudo, nem certo ou errado, algumas questões exigem bom senso e são discutidas a exaustão e ainda continuam em aberto.
6. Relógio com alarme? Para quê? O bebe diz pra gente que já se passaram 3 horas...
7. As saídas tem que ser programadas para que seja agradável para mim, o bebe e os outros, as vezes a gente só consegue depois de tentar varias vezes.
8. A gente consegue saber de verdade que quem está conosco nos ama realmente, afinal não tem relacionamento que aguente: as noites mal dormidas, o stress de quando o bebe chora e ninguém sabe o porquê, a neura de querer ligar para o pediatra o tempo todo, a mudança no humor, etc.
9. Algumas coisas acabam sendo decisivas no casamento: encontrar tempo para ficar juntos, confiar mutuamente, ter paciência com seu aprendizado e do outro, manter a cabeça fria quando o clima esta muito tenso e se ajudarem. Vencer os desafios fortalece os laços amorosos do casal e se solidifica como a base da família.
10. Acho que por fim: ter uma paciência imensa com as outras pessoas: sejam aquelas que vem dar palpites e conselhos sobre sua gravidez ou bebe, como se fossem donas da verdade. Ou aquelas que por não conseguirem lidar com a própria frustração da não realização pessoal faltam com respeito as gestantes ou as mães com bebes e crianças.
11. Já gostava do meu trabalho e da minha vida, mas a vinda do meu filho tornou cada momento mais precioso, seja junto com ele, ou trabalhando para lhe oferecer o melhor. E esse trabalho considero o que realizo na minha casa e profissão.

Não vou negar que há um árduo trabalho na educacão e criação de uma criança, mas tudo tem uma escala de valor diferenciado que faz com que todo trabalho valha imensamente a pena. Essas são algumas das coisas que aprendi, que possuem um valor grandíssimo na minha vida e acredito que ainda há muito mais.

sábado, 21 de novembro de 2009

O casamento e as escolhas na vida contemporânea.

O livre arbítrio no dicionário Aurélio refere-se principalmente às ações e à vontade humana, e pretende significar que o homem é dotado do poder de, em determinadas circunstâncias, agir sem motivos ou finalidades diferentes da própria ação. Toda vida humana é dotada de livre arbítrio, de executar ações por si só. Todas as ações envolvem uma escolha previa, não existe destino. Escolhemos desde cedo em nossas vidas e assim todos os dias pela manhã se nos levantamos da cama para mais um dia ou se dormimos mais um pouco e passamos o dia colhendo os frutos dessas escolhas. Assim todos os grande momentos de nossas vidas passam por essas escolhas que muitas vezes nem nos damos conta de que foi feita.

O casamento é uma delas. A escolha pelo casamento acontece muito antes. A minha havia sido feita há muitos anos atrás. Talvez já tivesse escolhido quando criança, enquanto arrumava as bonecas com o vestido branco para o grande dia. Aos 20 isso já era certeiro para mim, embora não tivesse a menor idéia do trabalho que dá. Dizem os mais velhos que essa escolha era mais fácil antigamente, bastava a pessoa ser boa para você, respeitável e trabalhadora. Hoje as pessoas procuram parceiros que possam preencher uma série de requisitos: boa situação financeira, boa aparência, mesmo sonhos, mesmo objetivos, possuir carro, apartamento, celular, computador, etc. Uma lista bem grande na maioria das vezes e tem gente que esquece o que é mais importante: o respeito, o carinho e o encantamento pelo outro. Não posso dizer que minha primeira vez foi um erro, pois foi meu primeiro casamento foi o que possibilitou o segundo, mas foi um aprendizado intenso e sofrido.

Sonhei com um parceiro para a vida toda, conta conjunta no banco e no dia a dia. Lutei durante os 3 anos e meio de namoro contra a distância física e pela manutenção de um clima sempre bom entre nós. Que foi mantido durante o 1 ano e meio de casados. Até o momento que percebi que estava carregando um relacionamento sozinha. Enquanto eu tentava nortear a vida a dois para a formação de uma família, ele fazia projetos de estudos no exterior. Larguei meu emprego de Psicóloga escolar e me mudei para SP. Escolhas pensadas e muito bem refletidas. Sempre que precisávamos tomar alguma decisão juntos, defendia a segurança para a existência dos filhos, mas a ação era dada pelos planos dele. Se eu quisesse filhos era bom que fosse trabalhar. Deveria comer menos doces, ser menos preguiçosa, mais esforçada, mais econômica... sempre muitas críticas, sempre os amigos dele e os programas dele. Sou formada com pós graduação e fui trabalhar num Buffet como assistente, num emprego que fui humilhada pela amiga dele, só para ter um emprego, colaborar com a casa e deixar de depender exclusivamente do marido. Com apenas 6 meses da casada fui ao casamento de uma amiga sozinha, em outra cidade e foi uma das coisas mais estranhas que me vi fazendo, triste perceber que foi apenas a primeira de tantas outras coisas que fiz sem ele. Cheguei a pensar que um filho salvaria o casamento. Tentamos sem sucesso durante alguns meses até eu me dar conta de que eu não tinha um parceiro, ele não estava comigo. Era hora de me valorizar mais. Era preciso escolher ser como muitas por aí que vivem um casamento fracassado para manter uma vida confortável ou estar sozinha de novo em busca de uma vida feliz e uma família como eu sonhei.

Não foi fácil, houveram diversas tentativas de manter aquele relacionamento e tentar elevá-lo para algo melhor. Dentre as minhas tentativas estiveram muitos almoços especiais sem nenhum retorno afetivo, muita conversa e muito entendimento. Depois de um ano de casamento sem comemoração e uma viagem (que era o roteiro dos sonhos para lua de mel) feita com a família dele, e que foi motivo de grande atrito entre nós, já era o suficiente para eu perceber que as minhas escolhas de todos os dias estavam sendo direcionadas para o que eu queria e elas não se encontravam com as dele. Foi um processo sofrido: a nossa conversa sobre o que deveríamos mudar para continuarmos juntos, as lembranças do que havia dado certo e o que deveria ser mudado em nós dois para restaurar o que acreditávamos quando dissemos sim e pude perceber mais claramente o desprezo dele em relação aos meus sentimentos.

Quando eu parei de me esforçar, percebi que ele não me procurava mais. E depois percebi que o que mais me doía era ver que não tinha sido capaz de manter um casamento. A sociedade sempre despeja uma grande responsabilidade na mulher, por isso é comum essa sensação de fracasso quando o casamento acaba. Que todos aqueles sonhos estavam sendo desfeitos e talvez nunca os realizasse.

Hoje superei isso, desejo que o meu ex seja muito feliz, que encontre uma mulher melhor do que o que eu fui: que ela seja tão paciente e tão disposta, que sonhe os sonhos dele de viajar para o exterior, que o incentive e o apóie na mudança de profissão, tantas e quantas vezes ele quiser mudar, que seja budista e vegetariana junto com ele e o mais importante: que ela olhe para ele para o resto da vida com o mesmo brilho nos olhos e encantamento dos primeiros dias. O fato de o primeiro não ter dado certo me deu mais clareza do que deveria valorizar nas minhas próximas relações. E o que no inicio parecia um erro se tornou um acerto.

Se pensarmos assim não existe escolhas erradas, mas é preciso escolher bem todos os dias e assimilar o aprendizado do que não deu certo. E todos os dias não desejo estar em outro lugar se não onde estou. Amo o meu trabalho, a minha profissão, meu companheiro, meu filho, minha casa, meus amigos, minha família e o meu agora. Deve ser por isso que se chama presente.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Poema Enjoadinho


Do eterno: Vinicius de Moraes


Filhos... Filhos?
Melhor não tê-los!
Mas se não os temos
Como sabê-lo?
Se não os temos
Que de consulta
Quanto silêncio
Como os queremos!
Banho de mar
Diz que é um porrete...
Cônjuge voa
Transpõe o espaço
Engole água
Fica salgada
Se iodifica
Depois, que boa
Que morenaço
Que a esposa fica!
Resultado: filho.
E então começa
A aporrinhação:
Cocô está branco
Cocô está preto
Bebe amoníaco
Comeu botão.
Filhos? Filhos
Melhor não tê-los
Noites de insônia
Cãs prematuras
Prantos convulsos
Meu Deus, salvai-o!
Filhos são o demo
Melhor não tê-los...
Mas se não os temos
Como sabê-los?
Como saber
Que macieza
Nos seus cabelos
Que cheiro morno
Na sua carne
Que gosto doce
Na sua boca!
Chupam gilete
Bebem shampoo
Ateiam fogo
No quarteirão
Porém, que coisa
Que coisa louca
Que coisa linda
Que os filhos são!


O texto acima foi extraído do livro "Antologia Poética", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1960, pág. 195.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Aleitamento materno (minha experiência)

Segue minha contribuição para as mamães. Contrariando tudo o que ouvi sobre amamentação: não é uma coisa fácil nem tão natural assim. Fiz a preparação do bico orientada pelo G/O. Nunca me disseram que eu poderia não conseguir, nem sabia que haviam mulheres que não conseguiam. Todo mundo só me falava da alegria de amamentar. Sonhava com o momento lindo e mágico do bebe sugando o peito, no gesto de amor maior da mãe pelo filho.

A confusão começou logo na maternidade. Depois de 3 hrs que o Bruno nasceu a enfermeira me ajudou a tomar banho e disse que eu não tinha bico suficiente, meu marido correu comprar o bico de silicone orientado pela enfermeira. Quando trouxe o bebe para mim colocou ele em pé, eu nem consegui segurar ele sozinha naquela posição. Na mamada seguinte outra enfermeira disse que eu tinha bico e me ajudou a fazer a pega. Pra mim estava Ok. Mamada seguinte não consegui fazer nada sozinha, não tinha enfermeira para ajudar e o bebe só chorou. Na outra ele vomitou o complemento, que eu mal sabia que estava sendo administrado no berçário. Novas tentativas ocorreram: minha mãe ajudando na pega, novamente com o bico de silicone, outras orientações das enfermeiras. Fui para casa com os peitos explodindo de dor e de leite. Vazava demais e no fundo eu ficava até feliz, achava que leite não ia faltar.

Em casa tive contato com a realidade não tão colorida. O bebe mamava durante 30 min. E depois de meia hora queria mais, a noite era uma tortura. No pediatra o bebe não havia ganho peso: ele receitou plasil para aumentar a produção dizendo que a quantidade não era suficiente. Tomei plasil, comi canjica e fazia tudo o que me falavam que era bom para descer o leite, até tirava com a bombinha para estimular mais e doía horrores. Só consegui amamentar com o bico de silicone. Meus peitos doíam horrendamente e jorrava leite. Me sentia culpada por achar que algo estava errado, todo mundo só me contava histórias felizes de gente amamentado até 1 ano, e que era uma maravilha. Uma amiga veio me visitar com seu bebe, ele ficou com fome e mamou em 40 min. No peito dela o suficiente para dormir por mais 3 horas. Porque a gente não conseguia fazer assim: tão fácil?? Cheguei a culpar as enfermeiras pelas diferentes e confusas orientações. O meu bebe continuou mamando de hora em hora e não ganhou peso; então era hora de administrar o complemento, e só assim a mamada começou a ganhar ritmo. Eram 3 mamadas de peito e 3 de mamadeira por dia. O peito rachou, doeu demais chorava muito amamentando. E aos poucos fomos descobrindo que esses momentos eram maravilhosos e ele só era tirado do peito quando chorava muito ou dormia pesado. Também fui percebendo que o tempo dele no peito ia diminuindo pois cada vez mais ele ficava irritado mais cedo no peito ao ponto de se recusava a pegar o peito. Aos poucos comecei a não sentir mais o leite descer e minha fantasia de não precisar mais da mamadeira acabou. A mamada passou a ser 2 vezes por dia. Até que ele não pegou mais o peito, e eu percebi, tirando com a bombinha que realmente não tinha mais tanto o que ele sugar. Sofri, chorei e acabei aceitando. Tentei ainda algumas vezes em vão colocá-lo para sugar, mas isso aumentava horrendamente nosso estresse na hora da mamada. Hoje sei que muitas mulheres não conseguem amamentar, sei também que existem grupos de auxilio. Essa foi a MINHA EXPERIENCIA e isso não retrata meu desejo. Espero no próximo filho poder fazer TUDO diferente e me encontrar no aleitamento materno.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

A gravidez do Bruno.


O que eu mais...
Fiz: trabalhar e dormir.
Queria fazer: Scrapbooking e trabalhar menos.
Senti: alegria de estar grávida.
Comi: Yakissoba do China Esmeralda.
Bebi: Agua e suco de Laranja.
Ouvi conselhos: os benefícios do parto normal.
Ouvi Música: #41 – Dave Matthews band.
Ouvi as pessoas falarem: “não são 2? Você tem certeza?” – “Você está uma grávida Linda!”
Assisti: os seriados americanos Stargate Atlantis e Grey’s anatomy
Pessoa mais presente: Papai
Pessoas mais animadas depois do Papai: Vó Ema, Vó Aires e Tia Monica.
Sintoma da gravidez: Sono, cansaço e azia (essa apareceu só no final da gravidez)
Sonho de gravidez não realizado: fazer massagens 2 vezes por semana, drenagem linfática, hidroginastica e visitar vááriass lojas de bebe.
Maior desejo de grávida: sorvete Heaven de doce de leite com pedaços de chocolate.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Em números


2 meses de vida
57 cm
4,9 kg
1000 razões para a mamãe sorrir
Pode fazer cara de bravo quantas vezes você quiser...vai continuar sendo meu príncipe!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Gravidez




(Primeiramente peço desculpas a dificuldade de atualização, pois com um bebê ao lado não dá muito tempo para escrever e atualizar, mas espero conseguir uma certa regularidade nos post)



Tudo começou com uma menstruação atrasada. Estava de rolo com um cara do trabalho.
Os seios inchados doíam e a sensibilidade á flor da pele anunciavam uma TPM daquelas.
Nunca havia desconfiado de uma gravidez antes e parecia ser mais um atraso. O sono excessivo parecia normal numa época de tanto trabalho e com muitos prazos para serem cumpridos. As festinhas de amigo secreto dos meus alunos pareciam intermináveis.
A fome andava meio estranha: quando chegava horário de almoço ou janta parecia que daria para comer um elefante, mas quando dava as primeiras garfadas já me sentia satisfeita. Achei que fazia parte do stress. Como ia viajar no final de semana e não queria estar menstruada, comecei a pensar nas formas de driblar o problema, pois o cruzeiro era á trabalho e seria a primeira viagem que eu e meu amor faríamos juntos. Fui numa farmácia perto de casa e comecei a pensar na possibilidade de uma gravidez, comprei um teste, o mais barato. Numa quarta-feira á tarde fiz xixi no palitinho. Na caixa do teste falava para aguardar 5 minutos, mas imediatamente apareceram os dois risquinhos azuis que significava positivo. E se o teste estivesse errado?
Minha irmã me convidara para ir ao Guarujá no fim de semana e telefonei para ela para recusar o convite, devido a viagem para o cruzeiro e falei da menstruação atrasada, dos seios inchados e do sono. Só não contei do teste. E ela foi enfática: “Pode fazer um teste de gravidez!! Você está GRAVIDAAA!!!”
Telefonei para minha mãe e ela disse a mesma coisa. E se o teste de farmácia der um resultado falso? Ela me garantiu que existiam falsos negativos, mas nunca falso positivo e que se eu fizesse o teste para contar pra ela. À noite voltando do trabalho comprei outro teste: lá estavam os dois risquinhos. Fiquei com medo de ficar feliz e não ser nada daquilo, eu seria capaz de passar o resto da semana comprando teste de gravidez para confirmar. Hora de contar para o maior interessado. Como era tarde e não morávamos juntos mandei um torpedo para saber se ele estava acordado. Quando dei a noticia dos dois testes de farmácia, ele ficou chocado e no dia seguinte fizemos o exame de laboratório que confirmou a gravidez. Era dezembro e a conta era do nascimento no inicio de agosto
Juntamos nossa casa logo no começo do ano, fizemos uma viagem de “Lua de Mel”. O primeiro ultrassom foi inesquecível, choramos muito.
Estava esperando grandes enjôos, principalmente no navio e nada aconteceu. Mesmo na volta, ainda demoraram alguns dias para começarem os enjôos matinais. Mas a gravidez todinha não tive nenhum enjôo. Comi muito bem. Aliás, bem demais. Durante todo o primeiro trimestre tive uma vontade especial de Yakissoba, que era consumido religiosamente toda semana. E no final da gestação o sorvete era o que domava minha azia, especialmente aquele com doce de leite e pedaços de chocolate. Surpresa foi descobrir depois que o bebe nasceu que o sorvete era mais gostoso durante a gravidez. Em São Paulo fazia frio com temperatura média de 13º.C e eu tomava quase 4 potes de sorvete por semana.
Estava esperando, também, o famoso aumento da libido e foi exatamente o contrário que aconteceu. Comecei achar minha gravidez tão boa que as vezes nem me lembrava que estava grávida.
Tive poucas câimbras, quase nenhuma contração e meu médico brincava dizendo que eu só fazia ultrassom pra matar a saudades do bebe de tão saudável que foi minha gestação. Vale lembrar que eu estava me sentindo num momento tão glorioso da minha vida que no quinto mês bateram no meu carro quando voltava para casa, a pessoa que bateu no meu carro quando viu que eu estava grávida passou mal e eu não fiquei nem um tiquito nervosa.
Trabalhei durante toda a gestação, subi e desci todas as escadas que quis, dirigi até a penúltima semana, fiz mudança no ultimo mês e organizei a minha festa de aniversário que também foi uma festa para o Bruno só notei que ia ficando mais cansada, mas não tive nenhum mal estar.
Com 33 semanas fizemos nossa foto de barriguda no estúdio da Rachel Gedes, que foi um tabalho lindo. Essa foto, a do meu Twitter e orkut foram resultados do trabalho dela.

E que foi um trabalho lindo e ajudou a marcar minha gravidez que foi uma benção maravilhosa.